Mais um texto que é a minha cara. Tirado de um dos meus blogs favoritos, o Escola de Canalhas.
Tudo meu é muito
Quando eu amo, eu amo. Não existe meio-termo, não há como dissimular, não me cabe no peito.
Quando eu odeio, quando eu invejo, eu desejo a morte, eu rogo um câncer, eu quero estar perto pra ver o momento da queda. E rir. E cuspir na cara antes de virar as costas e ir embora.
Quando eu desejo eu quero, com tudo que há de força, de energia em mim. Anseio consumir, gastar, esgotar até a última gota, até não haver migalhas, até não sobrar pedra sobre pedra. Eu desejo e, se não tiver, adoeço.
Quando eu sinto ciúmes eu sou engolido, fico apaixonado, xingo, tenho ganas de meter as unhas na cara do objeto dos ciúmes. Quero cortar-lhe as pernas, trancar-lhe no quarto, acorrentado na cama pra que nunca mais saia e nunca mais me provoque essa cólera.
Quando eu me desapego é o limbo. É o nada. Uma pedra de gelo. Não me comovo, não me enfureço, não tenho piedade nem desejo o mal. Eu esqueço.
Tudo meu é muito. Tudo é de uma hora pra outra e tudo é definitivo. E isso é uma merda.
Amo muito tudo isso
Postado por
Monaliza Brito
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2 comentários:
Adorei essa postagem... Não vale a pena não amar pra valer!
bju pra vc
http://qrolecionar.blogspot.com
O bom de ser MUITO é poder ser você na totalidade, na integra, 100% .... Não precisa pensar mil vezes para falar algo e no final sentir que não falou nada.
Gosto de ser MUITO pelo simples fato de ser EU !!!!!!!!!
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